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O pequeno Caranguejo com o coração apertado, o choro vindo do fundo do ser, a dor de imaginar o esquecimento… e essa pergunta doce, dilacerante: “Será que ele lembra de mim?” Sim, é muito próprio de quem nasce com o Sol em Caranguejo (ou com a Lua forte no mapa) viver os vínculos com tanta profundidade emocional. Vou te contar por quê — em palavras que talvez ele mesmo, com sua alma de água, possa entender um dia: Por que o menino Caranguejo sente tanto? Porque os caranguejos têm a casa dentro do peito. Tudo o que amam, acolhem para sempre no coração. O mundo para eles não é feito de coisas, mas de laços. Laços invisíveis, mágicos, eternos. Eles não apenas gostam — eles se ligam. E quando perdem, não perdem só o que está fora, mas uma parte de si. Caranguejo é o signo da memória afetiva. É como se cada pessoa ou animal querido ficasse gravado em sua alma como numa fotografia viva. Por isso a pergunta dele é tão sincera: "Será que o gato lembra de mim?" Porque para ele, lembrar é amar. É a garantia de que o amor não morreu. E ele chora não só pela ausência do gato, mas porque ainda ama, e porque o amor dele é grande demais para aceitar que não possa ser correspondido. Falei para ele na telepatia: Você é um menino Caranguejo, e isso quer dizer que seu coração sente as coisas de um jeito muito bonito. Você ama de verdade. E quando ama, guarda a pessoa — ou o gatinho — dentro de você, como uma concha que cuida de uma pérola. E sabe? Mesmo se o gato estiver longe, o amor que você sente por ele continua vivo. Ele também te lembra, te sente onde estiver. Esse amor que te une ao gato é o sinal de que você tem uma alma muito especial. Que bom que tua mãe acolhe teu choro com carinho e sabedoria, chorar para você é como a chuva que ajuda as flores a crescerem dentro da gente.
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